Laços da Alegria

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Voluntariado: uma causa que inspira

Etimologicamente, a palavra “voluntário” deriva do latim voluntariu, que significa “aquele que age por vontade”.

A minha vontade de agir em prol de algo maior me levou à experiência do voluntariado, o que me mudou de uma maneira que eu nem sequer imaginava. Mas afinal, o que é fazer trabalho voluntário?

Está achando que darei a resposta tão fácil assim? Hoje não, Faro!

Treze voluntários (as) do Laços da Alegria participaram de uma rápida pesquisa, cujo desafio era descrever em uma só palavra o que é voluntariar. Os resultados, contudo, foram os mais diversos.

Autoconhecimento, paixão, empatia, caridade, necessário, solidariedade, solicitude, afeto, humanidade, amor, propósito, gratidão e esperança — nem mesmo a Raven preveria essa variedade de respostas.

Voluntariar é conhecer novas histórias e (re) conhecer seus próprios potenciais e limites.

É se entregar durante as ações em orfanatos, creches, lar de idosos, casas de recuperação, na rua ou mesmo em hospitais (e por que não em visitas virtuais?).

É algo como pensar no próximo e sentir que pode fazer a diferença, por menor que seja. Sair para ajudar e simplesmente ser ajudado.

Em tempos nebulosos como o que vivemos, é necessário participar e contribuir no âmbito social, pois o que conta é o desejo de ajudar e a vontade de se sentir útil.

Todos devem buscar sua experiência no voluntariado, não apenas no Laços da Alegria, mas qualquer oportunidade que venha surgir. Como um de nossos fundadores sempre diz: “se você tem um casaco sobrando, doe!”

Sem sombra de dúvidas, voluntariado se traduz em solicitude. Requer empenho, dedicação, paixão, afeto, tato e pesquisa.

Trata-se de turbilhões de sentimentos e emoções dentro de um liquidificador, atirados em uma batedeira, jogados em um furacão e inseridos em corpos que possuem suas multiplicidades.

Ser voluntário (a) é açúcar, tempero, tudo o que há de bom e, claro, o elemento “X”. Todos somos super poderosos (as).

Temos o poder de alegrar, ouvir, sentir, cuidar e amar, tudo ao mesmo tempo. Vivemos buscando a melhor versão do que somos para lembrar ao outro que existe beleza na vida. Podemos ser e significar.

Não é a tarefa mais simples do mundo, no entanto, a mais bonita de todas.

Não só por este dia, mas por todos os outros, parabenizo cada pessoa que se dispõe a ser para si e para o outro.

Um simples momento que podemos tirar para ouvir quem precisa já é um grande feito. Pense nisso!

Parabéns aos meus amigos e minhas amigas palhacinhos (as)!

Texto: Mateus Bacelar (Dr. Batatinha)
Edição: Nayara Sousa (Dra. Piquenique)

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